segunda-feira, 15 de setembro de 2014

A Saga de Audie Murphy - Última Parte


A Saga chega ao fim. Vimos os altos e baixos deste grande pequeno notável, herói americano da II Guerra Mundial e astro dos filmes de faroeste que foi AUDIE MURPHY (1924-1971).  A Década de 1960 não foi muito produtiva na área cinematográfica, mas em contrapartida, ele tinha outros investimentos e empresas, que o fez tornar-se um homem rico. Também investiu na TV, onde foi o astro de uma série de TV com apenas 26 episódios, intitulada Whispering Smith. Esta série não chegou ao Brasil.

Enfrentou a dependência de calmantes, tinha pesadelos, e dormia com uma pistola debaixo do travesseiro, pois sofria do que hoje é conhecido como síndrome pós-traumática, por conta de suas lembranças de guerra. Contudo, ele foi vitorioso e se livrou do vício do Placidyl, um poderoso sonífero que facilmente mal medicado causa dependência.

Seus westerns na década de 1960, apesar de bem badalados para seus fãs, não trouxeram repercussão da crítica, e Audie até arriscou um “macarrônico” levado pela moda dos faroestes europeus então em voga, Bandoleiro Temerário. Mas nada disso ajudou a alavancar sua carreira no cinema, e como se não bastasse seus negócios fora das telas também não iam muito bem.

Audie produziu um filme chamado A TIME FOR DYING, tendo como diretor seu amigo Budd Boetticher (1916-2001), que enfrentou diversos problemas para sua exibição e ele precisava de capital para levar o projeto adiante. Durante este tempo, enfrentou um processo judicial, quando foi acusado de tentativa de homicídio numa briga de bar. Audie foi absolvido sob o aplauso do juiz por conta de sua argumentação.

Contudo, o destino do ator estava encurtando.

Nesta última parte, vamos reproduzir os comentários do ator e dublê Neil Summers, retirado de seu prefácio no livro The Films and Career of Audie Murphy, de Sue Gossett, bem como também o convite para interpretar um vilão no filme de Don Siegel. Sua trágica morte, e seu legado para o povo americano.


Esta é a saga de AUDIE MURPHY.

Episódios anteriores desta saga:

PARTE 1

PARTE 2




AUDIE MURPHY POR NEIL SUMMERS

Ator, dublê, e escritor, Neil Summers (nascido em 1944, na Inglaterra) dedicou umas linhas no prefácio do livro The Films and Carerr of Audie Murphy, de Sue Gossett, publicado em 1996.  Aqui no artigo, será reproduzido este texto. Vamos a ela:


Em meus 30 anos como profissional, trabalhei em muitos dos filmes de Audie Murphy. Na realidade, foi em Arizona Raiders (Cavaleiros da Bandeira Negra), que eu consegui me associar ao Screen Actor’s Guild (Associação dos atores de Cinema) por fazer uma queda de escadas em uma filmagem no Apache Junction, no Arizona. Mesmo com o fato de Audie e eu não conversarmos muito entre as filmagens, eu mantive contato e recebi muitas propostas de trabalho em outros filmes; o ponto alto foi em um papel como membro de uma gang em A Time for Dying (Gatilhos da Violência), dirigido pelo grande amigo de Audie, Budd Boetticher. Outros filmes foram planejados, mas infelizmente esta foi a última aparição de Audie nas telas.


Durante minha vida em sets de filmagem, eu conheci e trabalhei com quase todas as grandes estrelas que existiram nas últimas três décadas, mas existia um sentimento muito especial enquanto trabalhei nas filmagens com Audie. Eu acredito que muita desta fascinação tem a ver com suas façanhas na guerra. Um companheiro e eu frequentemente discutíamos o que Audie havia passado durante a guerra...o que ele teria visto, o que teria vivido, e o que teria feito para sobreviver, enquanto todos os outros perto dele estavam sendo mortos. Tudo isso antes mesmo dele ter dezoito anos de idade. Todos nós sabíamos que ele foi profundamente afetado pela guerra, mas vendo ele brincar nos sets de filmagem, você jamais diria.


Todos na equipe, mesmo os outros atores, gostavam muito de Audie e tinham muito respeito por ele. Era uma pessoa amiga, ainda que naturalmente reservada com as pessoas que não conhecia, e não era um homem de se esquecer. Trabalhava duro em seus filmes e esperava que todos ao seu redor fizessem o mesmo. Audie conhecia suas armas, conhecia seu diálogo, conhecia seus limites, e acima de tudo, conhecia seus cavalos. Tudo isso é mostrado no produto final: seus filmes são muito bem reconhecidos até hoje, seja nas telas de cinema ou na televisão.


Muitas das pessoas que trabalharam com ele, assim como atores, diretores, e etc, já faleceram. Seu antigo dublê, Jim Sheppard, foi morto pulando um obstáculo em Comes a Horseman (Raízes da Ambição), alguns anos atrás.


Eu ainda me lembro exatamente onde eu estava quando recebi a notícia do trágico acidente em que Audie estava. Nós estávamos filmando em Tucson, Arizona, as cenas de Dirty Little Billy quando recebemos a notícia. Permaneceu um silêncio por algum tempo, e então toa a equipe começou a acordar para o que havia acontecido quando uma pessoa que conhecia Audie falou: “um miserável acidente de avião conseguiu fazer o que todo exército alemão nunca conseguiu.” Com isto, todos nós aplaudimos para Audie. Quando o dia de trabalho havia terminado, alguns de nós estávamos “tremendo” e então fomos para um bar falar das boas lembranças que tínhamos de Audie. Nós rimos muito de algumas de suas brincadeiras (uma de suas favoritas era colocar cobras de borracha nas bolsas ao lado das cadeiras dos atores) e falamos sobre como sentiríamos saudade de nosso verdadeiro herói americano.


Audie Murphy não era um ator tentando ser homem. Audie era um homem que já era ator. Infelizmente faltam homens como ele neste país, e jamais se passa um dia sem que eu pense nele, e em como ele me impressionava e como ele era uma ótima pessoa comigo. Audie Leon Murphy era verdadeiro e eu sou muito orgulhoso de tê-lo conhecido.

Neil Summers
Sherman Oaks, Califórnia.



O final trágico



Na metade de 1970, absolvido da absurda acusação de “tentativa de assassinato” quando apenas se defendia de seu agressor em uma briga de bar, Audie Murphy via que seus negócios não estavam indo bem, mas ele apostava tudo em seu último empreendimento: o filme Gatilhos da Violência (A Time for Dying), que ele produziu e que queria divulgar. Quando finalmente chegou as salas de cinema pouco depois de sua morte, o público se emocionou com o desempenho (embora de poucos minutos) de Audie como um velho Jesse James,e há quem diz que foi um dos melhores personagens que ele interpretou. Fãs e amigos sempre diziam que Audie era muito bom ator, mas infelizmente, nunca teve a chance de mostrar o quanto talentoso ele realmente era.




Uma prova disso esta no convite feito pelo cineasta Don Siegel (1912-1991) para Audie interpretar o vilão Scorpio em Perseguidor Implacável/Dirty Harry, em 1971, estrelado por Clint Eastwood como implacável investigador Harry Callahan, o “sujo”.  Siegel e Audie já haviam trabalhado juntos em Onde Impera a Traição/ The Duel at Silver Creek, em 1952, e em Contrabando de Armas/Gun Runners, em 1959.. Siegel achou que seria irônico um verdadeiro herói de guerra e um astro dos faroestes americanos interpretar um assassino psicopata. O diretor ofereceu o papel a Audie, mas este nunca pôde lhe dar uma resposta ou dar uma decisão, devido ao seu fim trágico. Logo, o papel acabou nas mãos de Andrew Robinson.



No final de uma viagem de negócios, Audie Murphy morreu em um desastre de avião a 28 de maio de 1971, devido a uma grande tempestade perto de Galax, Virginia, a umas vinte milhas a oeste de Roonoke. Por ironia do destino, ele morreu no dia do aniversário de sua mãe.



PAMELA ARCHER, viúva do Herói, abraçada a bandeira dos EUA que cobriu o caixão do marido, ao lado do filho Terry
GRANDE ENCONTRO: JFK e AUDIE MURPHY.
Devido ao isolamento do local, levou alguns dias para que o avião e passageiros fossem achados. Audie Leon Murphy, o Herói Nacional da II Guerra Mundial, o astro dos filmes de faroeste, o querido cowboy com cara de menino que a tantos cativou, foi sepultado no Cemitério Nacional de Arlington, destinado a heróis de guerra como ele e a personalidades ilustres da memória americana, como o Presidente John Kennedy. Audie recebeu todas as honras militares. Dentro das celebridades presentes ao funeral estava o ex-presidente americano George Bush, na época embaixador dos Estados Unidos. Sua esposa Pamela recebeu do soldado a bandeira americana que estava sobre o caixão do marido, e ao lado dela seus filhos Terry e James, que prestaram uma emocionante despedida para o pai. A primeira esposa de Audie, a atriz Wanda Hendrix, também compareceu ao sepultamento.




A ÚLTIMA MORADA DO GUERREIRO.
O Túmulo de Audie é o segundo mais visitado no Cemitério Nacional de Arlington, só perdendo para o túmulo do Presidente John Kennedy. Na lápide, se encontra escrito: Audie L. Murphy, Texas, Major de Infantaria, Segunda Guerra Mundial, 20 de junho, 1924 – 28 de maio, 1971, medalhas de honra: DCS-SS & OLC; LM-BSM & OLC; PH & 2 OLC (DCS Distinguished Services Cross; SS – Silver Star; LM-Legion of Merit; BSM – Bronze Star Medal; OLC- Oak Leaf Cluster; PH – Purple Heart).



Desde a morte de Audie Murphy, muitas homenagens foram atribuídas a ele. A mais marcante de todas foi dedicada a 17 de novembro de 1973: o Audie L. Murphy Memorial Veteran Hospital, em San Antonio, Texas. Uma estátua de uma tonelada de bronze e oito pés de Audie, trabalhado pela escultora Jimilu Mason, que era uma de suas admiradoras.



INSTITUTO REGIONAL DE TREINO MILITAR AUDIE MURPHY - TEXAS
Dentro do hospital que leva seu nome, existe um museu que relata a vida de Audie Murphy, além de objetos pessoais como uniformes, livros e fotos. O museu foi remodelado com o passar dos anos e definitivamente vale uma visita. Mesmo antes da homenagem do hospital, já existiam vários memoriais, estátuas, poemas, e letras de músicas em sua honra.



A 16 de março de 1996, o National Cowboy Hall of Fame e Western Heritage Center, localizados na cidade de Oklahoma, deram grande reconhecimento a Audie por sua fabulosa contribuição aos filmes de faroeste. Após sua morte, Murphy foi reconhecido no Hall of Fames Westerns Performers, a galeria da fama dos atores do gênero. Sua foto na galeria da fama esta junto com a de tantos outros ícones fabulosos das telas, ao lado de John Wayne, Gregory Peck, Barbara Stanwyck, e outros mais.



Este reconhecimento se dá principalmente ao fato de seus fãs terem escrito pedindo para que ele fosse homenageado. O Western Heritage Center mantém viva as lembranças e homenageia as mais ricas heranças do faroeste americano e honra aqueles indivíduos que suas vidas foram baseadas em valores como: honestidade, integridade, e auto suficiência.


NADENE MURPHY, com o quadro de seu famoso irmão
Com isso, no 35º anual de prêmios para heranças do faroeste, as irmãs de Audie, Billie Murphy Tindol e Nadene Murphy receberam o prêmio. Audie conseguia fazer chorar até mesmo olhos de vidro – relatou a irmã de Audie em seu discurso. Isto provocou risos na plateia e reconheceram que Murphy tinha um ótimo senso de humor. Em que lugar sem ser na América, um jovem sem educação básica pode ir para a guerra, se tornar um herói mundial e uma estrela de cinema, sem ser aqui neste maravilhoso Estados Unidos? – concluiu Nadene.




Audie encenou papéis de muita força em sua carreira no cinema. Sua aparência como um homem seguro, mesmo com cara de menino, e na maior parte das vezes sempre ao lado da justiça, mostrado em seus westerns, foi parte da história do faroeste americano. Ele manejava difíceis e complexas situações com autoconfiança e segurança que ele mesmo explorava nos campos de batalha. Seus oficiais companheiros de luta o rotularam como “o soldado dos soldados”. Murphy tinha tanto amor pelo exército que em meados da década de 1950, ele fez um pronunciamento público, promovendo um programa de seis meses para todos os jovens garotos que se interessassem e fossem aptos para tal.




Audie era uma pessoa reservada e modesta que não revelava seus sentimentos mais íntimos. Uma vez, ele disse o seguinte sobre si próprio: Fui abençoado com uma super abundante sorte”.



Decerto, tanto o povo norte americano, militares, e os fãs de seus westerns, irão manter o nome de AUDIE MURPHY vivo, de geração a geração, e os Estados Unidos nunca se esqueceu deste homem que tanto fez por seu país. Se uma única só pessoa lembra dele, esquecido jamais será.




Pamela Archer Murphy, a viúva de Audie, sobreviveu a memória do querido marido por quase 40 anos e não casou novamente, e ao longo destes anos, ela, os filhos, e os parentes sobreviventes de Murphy, foram forças motrizes para a perpetuação de sua memória. Pamela faleceu a 8 de abril de 2010, aos 86 anos.




DECLARAÇÃO DE CORAGEM E FÉ


Audie recebeu várias condecorações por sua bravura, inclusive a Cruz de Honra, da Bélgica, e a Cruz de Guerra da França, que eram símbolos de vitória. Apesar do peso e do valor destas medalhas, Audie sempre declarou que “os verdadeiros heróis são aqueles com cruz de madeira”, declarando com isso, que os verdadeiros combatentes são aqueles que creem em Deus e em Jesus Cristo, e que além de tudo, possuem fé. 


filmografia
GRANDES ENCONTROS: AUDIE MURPHY, ROY ROGERS E EDDIE ARNOLD
1948: Código de Honra (Beyond Glory)
1949: Caminho de Perdição (Bad Boy)
1950: Serras Sangrentas (Sierra)
1950: Cavaleiros da Bandeira Negra (Kansas Raiders)
1950: Duelo Sangrento (The Kid from Texas)


1951: A Glória de um Covarde (The Red Badge of Courage)
1952: Onde Impera a Traição (The Duel at Silver Creek)
1953: Jornada Sangrenta (Column South)
1953: A Morte tem seu Preço (Gunsmoke)
1953: Ronda da Vingança (Trumblewed)


1954: Tambores da Morte (Drums Across the River)
1954: Traição Cruel (Ride Clear of Diabolo)
1954: Antro de Perdição (Destry)
1955: Terrível como o Inferno (To Hell and Back)
1956: Honra de Selvagens (Walk the Proud Land)
1956: O Mundo entre Cordas (World um My Corner)


1957: O Renegado do Forte Petticoat (Guns for Fort Petticoat)
1957: A Rosa do Oriente (Joe Butterfly)
1957: Passagem da Noite (Night Passage)
1958: Na Rota dos Proscritos (Ride a Crooked Trail)
1958: Contrabando de Armas (The Gun Runners)
1958: Um Americano Tranquilo (The Quiet American)


1959: Antro de Desalmados (The Wild and the Innocent)
1959: Um Homem Contra o Destino ou A Sombra do Mal (Cast a Long Shadow)
1959: Balas que não Erram (No Name on the Bullet)
1959: Whispering Smith (Série de TV com 26 episódios)
1960: Com o Dedo no Gatilho (Hell Bent for Leather)


1960: O Passado Não Perdoa (The Unforgiven)
1960: Matar por Dever (Seven Ways from Sundown)
1961: Sangue na Praia (Battle at Bloody Beach)
1961: Quadrilha do Inferno (Posse from Hell)
1962: Gatilhos em Duelo (Six Black Horses)


1963: War is Hell (como narrador)
1963: Abatendo Um a Um (Showdown)
1964: Pistoleiro Relâmpago (The Quick Gun)
1964: Batalha em Riacho Comanche (Título da TV) ou Fúria de Brutos (Gunfight at Comanche Creek)


1964: Balas para um Bandido (Bullet for a Badman)
1964: Rifles Apaches (Apache Rifles)
1965: Bandoleiros do Arizona (Arizona Raiders)
1966:  Bandoleiro Temerário (The Texican)
1966: Matar ou Cair (Gunpoint)


1966: Missão Secreta no Cairo (Trunk to Cairo)
1967: Os Rifles da Desforra (Forty Guns to Apache Pass)

1970: Gatilhos da Violência (A Time for Dying)


AGRADECIMENTOS
A ESTRELA DE AUDIE NO CALÇADÃO DA FAMA, EM HOLLYWOOD

A SAGA DE AUDIE MURPHY chega ao seu fim com dever cumprido, e certo que o homenageado tem muitos admiradores no Brasil, o espaço não poderia deixar de lhe prestar este tributo, através do editor e do parceiro
JORGE LUIS DO NASCIMENTO

Amigo de longa data do editor deste blog, que teve um papel fundamental para a construção deste artigo em quatro partes, emprestando para o escritor material de seu acervo particular para as pesquisas. Graças a sua admiração por Audie Leon Murphy desde menino que levou ele a sugerir ao editor do Blog FILMES ANTIGOS CLUB – A NOSTALGIA DO CINEMA, uma biografia especial sobre este consagrado herói e ídolo dos faroestes americanos.

PAULO TELLES  - EDITOR

As quatro partes atualizadas em 31 de maio de 2016

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EM TEMPO
IN MEMORIAN


DENNY MILLER
(1934-2014)

Denny Miller foi um dos intérpretes de Tarzan no cinema, atuando apenas em um único filme da série, TARZAN, O FILHO DAS SELVAS, de 1959, dirigido por Joseph Newman, que não passava de um remake do primeiro filme estrelado por Johnny Weissmuller em 1932. Mesmo interpretando uma única vez o Homem Macaco criado pelo célebre Edgar Rice Burroughs, sua imagem serviu de fonte de inspiração e modelo para alguns desenhistas de Histórias em Quadrinhos, que se utilizaram dele para esboçar nas capas dos gibis os traços do personagem.

DENNY na série CARAVANA
Ex-jogador de basquete (1m93cm), Miller nasceu em Bloomington, no Estado norte-americano de Indiana, a 25 de abril de 1934, e começou a carreira artística nos anos 1950.


Miller também ficou conhecido por seu trabalho na série de TV "Caravana", no ar entre 1957 e 1965, e no filme "Um Convidado Trapalhão" (1968), de Blake Edwards, contracenando ao lado de Peter Sellers.

DOIS TARZANS: Ao lado de RON ELY, numa convenção em 2011
Nos últimos anos, participava de eventos e convenções sobre séries de TV e do personagem Tarzan. Denny Miller era amigo do editor do blog no espaço do Facebook. O ator foi diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica em janeiro deste ano. Faleceu em 9 de setembro, em Las Vegas.


RICHARD KIEL
(1939-2014)



RICHARD ATTEMBOROUGH
(1923-2014)
No último dia 24 de agosto o cinema perdeu o cineasta e ator  Richard Attemborough, aos 90 anos de idade. O britânico artista ganhou o Oscar de melhor diretor em 1983 por "Gandhi", que também venceu o prêmio de melhor filme. Segundo a BBC, Attenborough morreu ao lado de seus familiares, em sua residência no Reino Unido.


Natural de Cambridge, Attenborough dedicou 60 anos de sua vida à sétima arte. Como diretor, destacam-se também seus trabalhos em "Chaplin" e 'Um grito de liberdade". Já como ator, teve papéis em filmes populares como "Elisabeth" e "Jurassic Park" (intepretou o bilionário John Hammond, o criador do parque).

Nos últimos anos, ele e sua mulher viveram em uma casa de repouso. O ator e diretor também estava há seis anos em uma cadeira de rodas, após cair de uma escada.

Outras Matérias

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