terça-feira, 9 de julho de 2013

Hi Yooo Silver!!! O Cavaleiro Solitário esta de Volta!


Este Artigo foi publicado originalmente em 9 de Julho de 2013, durante o embalo do lançamento do filme O CAVALEIRO SOLITÁRIO (THE LONE RANGER, 2013), com Johnny Depp e Armie Hammer respectivamente como o índio Tonto e o Cavaleiro Solitario (ou Zorro, se preferir). O presente artigo foi atualizado em 23 de fevereiro de 2017.


O Cavaleiro Solitário (The Lone Ranger) percorre a imaginação de crianças e adultos ao longo de 80 anos desde que surgiu na rádio, passando para o cinema em forma de seriado, e posteriormente, para uma famosa série televisiva produzida entre 1949 a 1957, estrelada por Clayton Moore (1914-1999) e que fez muito sucesso. The Lone Ranger também foi bem sucedido nos livros e nos quadrinhos, e aqui no Brasil, foi terrivelmente confundido com ZORRO, cujo personagem nada tinha a ver, embora ambos fossem heróis mascarados.

Mas a finalidade desta matéria, além de esclarecer estas e outras curiosidades a mais sobre este fascinante herói que voltou as telas em um filme dirigido por Gore Verbinski (e não bem sucedido) -  é também fazer conhecer as origens do Cavaleiro Solitário e sua criação.  O novo filme conta com o astro Johnny Depp no papel do parceiro de aventuras do herói mascarado, o índio Tonto, personagem imortalizado na antiga série televisiva por Jay Silverheels (1912-1980). Por isto vamos lá!


O CAVALEIRO SOLITÁRIO: RÁDIO, CINEMA E TELEVISÃO.

HI YOOOO SILVER! Avante!!! – é o grito que ecoa pelas pradarias cada vez que uma aventura do Cavaleiro Solitário chega ao fim de mais uma aventura. Porém, suas origens remontam na Rádio.



O CAVALEIRO SOLITÁRIO (The Lone Ranger) foi criado para uma série radiofônica por George Washington Trendle (1894-1972) e teve suas primeiras histórias escritas por Fran Striker (1903-1962). Sua estreia foi a 30 de janeiro de 1933, quando o primeiro de seus 2.956 episódios foi ao ar pela rádio WXYZ (que mais tarde se tornou a Mutual Broadcasting Network). A série foi transmitida com episódios inéditos até 1954. George Seaton e Jack Deeds foram os dois primeiros atores a interpretar o herói no rádio. Earle Graser foi à terceira voz do Cavaleiro Solitário, sendo substituído por Bruce Beemer após sua morte. Vários elementos da série de rádio ficaram fazendo parte da mitologia do herói. A frase "Hi Yo Silver, away!" e o tema musical do herói, que é um trecho da ópera Guilherme Tell – escrita por Gioacchino Rossini (1792-1868), são alguns dos exemplos mais marcantes.


Tudo começa em 1933 numa pequena emissora de Detroit, que iniciou uma série radiofônica onde relatava as aventuras de um misterioso mascarado que combatia o mal no Velho Oeste. O sucesso foi tamanho que passou a ser transmitido através de uma grande rede de emissoras. A partir de então, O Cavaleiro Solitário e seu fiel amigo e companheiro, o índio Tonto, não pararam mais, e passaram a ganhar vida nova em cada veículo de comunicação. Chegou até mesmo a ganhar uma versão brasileira nas rádios daqui, numa imitação chamada “O Vingador”, de Péricles Amaral, em 1944.



Assim com o estrondoso sucesso na Rádio, foi à vez do CINEMA materializar o famoso personagem. A Republic Pictures, a produtora dos saudosos seriados das antigas matinês, realiza em 1938, O Grande Vingador (The Lone Ranger), onde The Lone Ranger era interpretado por Lee Powell (1908-1944). Powell foi o primeiro a retratar o herói nas telas da Sétima Arte, mas teve uma vida breve, já que morreu em 1944 enquanto lutava durante a II Guerra Mundial (serviu como fuzileiro naval), mas há controversas se morreu mesmo em combate ou por intoxicação.




O Sucesso estava destinado ao Cavaleiro Solitário sem sombras de dúvida, e do fenomenal sucesso do 1º filme, veio a sequencia de mais um seriado: A Volta do Cavaleiro Solitário (The Lone Ranger Rides Again), onde desta vez, o personagem foi interpretado por Robert Livingstone (1904-1988). Nos dois primeiros filmes, o parceiro de aventuras do herói, o índio Tonto, foi interpretado por  Chief Thundercloud (1899–1955), um legítimo índio cherokee.



Nos anos de 1950, O Cavaleiro Solitário surge numa superprodução em cores e em Cinemascope: O Justiceiro Mascarado (The Lone Ranger), e Zorro e a Cidade do Ouro Perdido (The Lone Ranger and The Lost City), também exibido em nossos cinemas brasileiros como Zorro e o Ouro do Cacique, ambos estrelados por Clayton Moore e Jay Silverheels, respectivamente como o Cavaleiro solitário e seu parceiro Tonto, que foram os astros da série televisiva iniciada em 1949 até 1957. 



A série era semanal e fez muito sucesso, dando popularidade a Moore como um autêntico The Lone Ranger (muito embora Clayton saísse por um período da série, sendo substituído por John Hart, mas o público amava tanto Moore que fizeram protestos pela sua volta, e ele voltou), e a Silverheels, um legítimo índio moicano, nascido em uma reserva do Canadá, a ser um carismático Tonto.



Em 1981, a Sétima Arte voltou a dar vida ao personagem, com o longa A Lenda do Cavaleiro Solitário (The Legend of the Lone Ranger), protagonizado por Klinton Spilsbury como o herói mascarado, Michael Horse como Tonto, e o futuro astro Christopher Lloyd como o vilão Cavendish. Ainda nos anos de 1980, o herói e seu parceiro ganharam versão em desenho animado para a TV.



Em 2003, uma tentativa de levar o herói de volta a uma série televisiva em um piloto que não decolou sob o título de The Lone Ranger para a Turner Network Television (TNT), foi estrelado por Chad Michael Murray (Lone Ranger) e Nathaniel Arcand (Tonto), contudo não houve êxito.


O CAVALEIRO SOLITÁRIO NOS GIBIS – A CONFUSÃO COM O CAVALEIRO SOLITÁRIO E O ZORRO

Foi nas Histórias em Quadrinhos que o personagem ganhou mais terreno para sua cavalgada interminável, mas ao fim, teve uma vida limitada. Nos Estados Unidos, o sucesso da série na Rádio levou a King Features, em 1938, a lançar uma tira diária com o famoso cowboy mascarado e seu parceiro índio. Desenhada inicialmente por Ed Kreesay, a tira passou logo a ter outros desenhistas, pois Kressay foi considerado muito ruim pelos leitores. Um ano depois, a King Features entrega a tira para Charles Flanders, um desenhista experiente, que logo passou a ter seu trabalho associado à figura do Cavaleiro Solitário.



Em fins de 1947, sai, finalmente, a primeira revista dedicada ao herói, publicada pela Dell Publishing, e os primeiros autores de histórias originais para os comics são Paul S. Newman e Tom Gill. Alguns anos depois, a revista é cancelada, mas volta através de outra editora, a Golden Key, que fez uma publicação irregular até 1977.



NO BRASIL, O CAVALEIRO SOLITÁRIO surge um ano depois de ser publicado nos jornais americanos, nas páginas da revista GIBI TRI-SEMANAL, sendo saudado como o “Campeão do Oeste” e “O Mais famoso mocinho das Histórias em Quadrinhos”. Contudo, foi cometido um erro que atravessou anos e gerações de leitores. O personagem foi batizado de ZORRO.

ESTE SIM, É ZORRO
ZORRO É UM HERÓI CAPA & ESPADA CRIADO POR JOHNSTON McCULLEY   
O  “Zorro" do faroeste, O CAVALEIRO SOLITÁRIO, que tem como companheiro o índio Tonto, nunca teve nenhuma relação com o Zorro oficial criado pelo escritor Johnston McCulley (1883-1958) em sua célebre obra "A Maldição de Capistrano" cujo herói capa & espada foi levado às grandes telas inúmeras vezes, e cujas personificações mais famosas são as de Douglas Farbainks e Tyrone Power, além de uma série de TV produzida pelos estúdios Disney com Guy Williams, e um remake do clássico estrelado por Power, que aqui acabou sendo substituído por Frank Langella. Don Diego de La Vega nada tem a ver com John Reid, a verdadeira identidade de The Lone Ranger.




Com o passar do tempo, O Cavaleiro Solitário passa a ser publicado em várias revistas, todas da Rio Gráfica e Editora, e durante 15 anos, The Lone Ranger, comumente conhecido por nós brasileiros de “Zorro”, cavalga de uma revista diferente para outra, até encontrar o seu lar definitivo (por 30 anos, encerrando suas publicações em janeiro de 1985), quando em 1954, a EBAL- Editora Brasil-América, que resolve dar uma revista própria ao herói, apesar de já publicar em quadrinhos as famosas histórias do Zorro Capa & Espada (Don Diego), baseadas nas histórias de Johnston McCulley (em Portugal, The Lone Ranger é conhecido como O Mascarilha). A Editora do saudoso Adolfo Aizen (1907-1991) manteve em Cavaleiro Solitário o nome de Zorro, e a empresa manteve DOIS ZORROS em seu circuito de publicações. E desde então, muitos passaram a confundir os personagens, cujas características bem diferem.


A ORIGEM DO LONE RANGER

A Trajetória do Cavaleiro Solitário começa no Texas, depois da Guerra Civil Americana (1861-1865). Seguindo as pegadas do irmão mais velho, Daniel Reid, que era capitão dos Texas Rangers, o jovem John Reid (verdadeiro nome do personagem) ingressa na organização que tinha a finalidade de manter a Lei e a Ordem ao longo do Rio Grande.


A origem deste Justiceiro Mascarado remonta a um ataque da famigerada quadrilha de Butch Cavendich contra 6 rangers comandados pelo Capitão Reid. Emboscados numa ravina estreita e de paredes altas, o único sobrevivente é exatamente o irmãos mais novo do capitão, John Reid. Abandonado para morrer no local, em agonia, é encontrado por um índio. Dias depois, ao recuperar os sentidos, o jovem se vê no interior de uma caverna, sendo tratado por Tonto.Enquanto convalesce, John sabe que fora o único sobrevivente do massacre (e é assim que surge a origem do seu nome. Tonto lhe diz: “Você é o único ranger que escapou” – “The Lone Ranger” em inglês: mas a palavra lone também significa “Solitário”).


Após dias de recuperação, John Reid e Tonto enterram os mortos, e para enganar a quadrilha de Cavendish, fazem uma sepultura a mais. E, ali, diante das seis sepulturas, John Reid passa a ser considerado morto, para sempre, pois ele resolve assumir um disfarce – uma máscara preta sobre os olhos feita com um pedaço do colete do irmão, exatamente a parte da roupa onde estivera pregada a estrela de prata de “defensor da lei”.


Daí em diante, o Cavaleiro Solitário e Tonto não descansam mais, percorrendo todo o Oeste em sua cruzada contra as forças do mal. As pausas são apenas para se reabastecer ou fazer visitas à mina de prata de um velho amigo ranger aposentado chamado Jum, que fornece o material para as famosas baças de prata que alimentam o revólver mais temido entre os bandidos.


O CAVALEIRO SOLITÁRIO, de vez em quando, viaja disfarçado, tirando a máscara preta, assumindo depois outra identidade. Contudo, jamais mostra o rosto, nem mesmo para o leitor dos quadrinhos, ou para o espectador das telas do cinema e da televisão.  Talvez seja essa  uma das características que mantém o personagem envolto em fascínio e mistério. Em todas as suas aventuras, conta sempre com a ajuda de Tonto, o seu amigo fiel que o chamava de “Kemo Sabay”, que significa “batedor de confiança”, e que também, na infância, teve a vida salva pelo Cavaleiro Solitário.


TONTO

TONTO, o fiel companheiro e amigo de The Lone Ranger, é da tribo potowatomi, Tal nome estranho significa “fazedores de fogo”, para lembrar a época remota em que se separaram dos Ojibwaya para fazerem sua própria fogueira do conselho, ou seja, se estabeleceram como tribo separada.


Embora filho do chefe, Tonto acompanhava a mãe em sua tarefa: colher o alimento principal da tribo, o arroz silvestre. Mal começou a andar, passou a acompanhar o pai no conselho da tribo e foi com ele que aprendeu tudo que sabe: ler uma pista, disparar uma flecha, etc.  Como os potawatomi eram hábeis remadores e nadadores, Tonto logo aprendeu a deslizar na canoa de casca de árvore do pai, para caçar e pescar. Mas a fogueira do conselho dos potawatomi se apagou e Tonto é agora o último de sua outrora orgulhosa tribo, dizimada por um ataque dois índios sioux.




Ao ver sua tribo liquidada, o menino Tonto corre para cima do chefe sioux, mas uma dúzia de guerreiros o segura para mata-lo.  De repente, um tiro. E mais outros. Os Sioux fogem apavorados com os disparos certeiros que atingiram alguns dos seus companheiros, e Tonto fica só, livre, para conhecer o seu salvador: um jovem texano que o destino ia tornar seu companheiro e amigo alguns anos mais tarde. Antes de partir, o futuro Cavaleiro Solitário tira uma pena vermelha do cocar do chefe morto e a coloca na faixa que Tonto usa em volta da cabeça, pois ele teve a coragem de um adulto e merece aquela honra.


Os dois se separaram, mas, anos depois, voltam a se encontrar em situação semelhante. Desta vez, é Tonto que salva a vida do jovem texano, como todos podem saber.


SILVER

A História deste belo cavalo branco é tão surpreendente quanto a de seu famoso dono. No início da perseguição do Cavaleiro Solitário a Butch Cavendish- o inimigo que irá enfrentar vezes sem contar – o bandido mata a sua montaria e o herói mascarado fica sem cavalo. Precisando urgentemente de outro animal, e tendo ouvido falar de um lendário garanhão no Vale dos Cavalos Selvagens, o Lone Ranger segue para lá, com Tonto. De fato, encontra-se o magnífico cavalo, só que chega no momento exato em que o garanhão branco luta contra um búfalo. Quase à morte, é salvo por uma bala de prata que matou o búfalo.


O Cavaleiro Solitário e Tonto, então, permanecem no vale e cuidam do cavalo, até ele se recuperar. Curado, o garanhão se prepara para deixar o vale e ganhar novamente a liberdade, mas para alguns metros adiante, hesita e volta para juntos de seus salvadores. Como os flancos do animal brilham à lus do sol, tonto fala: “é prateado” (Silver, em inglês), e assim é batizado.


SILVER já nasceu príncipe. Seu pai é o Rei Silvano, o chefe dos cavalos que vagam pelo Vale dos Cavalos Selvagens, e sua mãe, a bela Mousa. Do pai, Silver herda a valentia, pois sempre luta pela liberdade, nunca se deixa aprisionar. Da mãe herda a graça e a beleza. E é no vale, onde o homem nunca botou o pé e a relva é sempre verde que Silver aprende a andar, trotar, encontrar grama debaixo da neve e a livra-se do ataque do perigoso Puma.


O CAVALEIRO SOLITÁRIO 2013

Cavaleiro Solitário (The Lone Ranger, 2013é uma produção da Walt Disney Pictures, com orçamento de US$ 250 milhões, que leva ao cinema uma releitura deste personagem tão carismático e cativante ao longo de 80 anos de existência.


Na nova trama sobre o personagem, ele se envolve na conquista do Oeste e na construção de ferrovias por magnatas inescrupulosos. O espírito guerreiro do nativo americano Tonto (Johnny Depp) narra as histórias que transformaram John Reid (Armie Hammer, na difícil e impossível carga de substituir o carismático Clayton Moore), um homem da lei, em uma lenda da justiça – enquanto os dois heróis improváveis precisam aprender a trabalhar juntos e lutar contra a ganância e a corrupção.

O elenco contou ainda com William Fichtner, Tom Wilkinson, Barry Pepper, James Badge Dale, Helena Bonham Carter e Ruth Wilson. A direção ficou a cargo de Gore Verbinski, que já trabalhou com Depp e o produtor Jerry Bruckheimer nos três primeiros Piratas do Caribe. Apesar de todos os requintes e qualidades da produção e da direção, nada pôde salvar do fiasco e do fracasso de bilheteria esta releitura de The Lone Ranger, nem mesmo Johnny Depp que reviveu o índio Tonto, por um simples motivo: Transformar um herói de personalidade séria, moral, e dramática como era o Cavaleiro Solitário, para um patego muitas vezes sem noção das coisas, que é esculachado por Tonto, não era o que o público, principalmente quem acompanhou as aventuras com Clayton Moore, queria assistir. E se a intenção era agradar um público mais jovem, nem assim conseguiu. Assim, THE LONE RANGER, de 2013,se tornou um dos maiores desastres do ano. Certamente, Clayton e Jay Silverheels se reviraram de seus túmulos (pelo menos Clay, já que Jay foi cremado!)

Paulo telles
Atualizado em 23 de fevereiro de 2017.
Material de pesquisa e Bibliografia: Nostalgia dos quadrinhos Fanzine, com base em texto de Aymar Aguiar.

24 comentários:

  1. Que trabalho meticuloso, grande pesquisa! Dou-te os parabéns!
    Paulo Franke

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  2. Que bela viagem......estou ansioso pela nova produção.
    Depp costuma ser sinônimo de qualidade...

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    1. Com certeza Renato, mas independendo de Depp, a trajetória do herói é fascinante.

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  3. Excelente meu caro! Ótimas e interessantes curiosidades sobre este tão cultuado personagem.

    Não sabia que ele começou há tanto tempo como atração radiofônica. Uma bobagem o que os quadrinhos brasileiros fizeram ao adaptar O Cavaleiro Solitário o chamando de Zorro, tanto que quando eu era criança achava que o bordão "Hi Yooo Silver" era do próprio Zorro, eis a confusão. Ainda bem que agora podemos compartilhar e expandir para conhecimento de todos a verdade através da internet porque deve ter gente por aí ainda confundindo os personagens que não tem absolutamente nada em comum, muito embora o cenário do "Velho Oeste" possa confundir, também. Só que o Lone Ranger não é um espadachim e o Zorro não é um vaqueiro!

    Preciso conferir "O Grande Vingador", já vi alguns filmes da Republic (nenhum do Lone Ranger ainda) e são muito divertidos, verdadeiras inspirações para diretores como Lucas e Spielberg.

    O Depp esta muito exótico como Tonto e parece que saiu de um desenho do Tim Burton! Acha que toda a excentricidade do ator possa comprometer o filme? Ou melhor, será que irá irritar os fãs mais velhos? Alguns colegas meus, ao verem o trailer, chegaram a fazer comparações com a série "Piratas Do Caribe" já que é produção Disney/Bruckheimer e direção do Verbinski. Acredito, e até parece óbvio, que o estilo frenético de Piratas também aconteça nesta produção. Acho que será divertido, mas creio que será totalmente diferente de antigamente. Veremos.

    Parabéns pela matéria.

    Abraços.

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    1. Olá Rodrigo!

      Vc fez uma colocação muito importante quanto ao desempenho de Depp como Tonto, e realmente, ele ficou exótico, mas não é difícil de imaginar já que como brilhante ator que é, suas atuações são cheias de surpresa! Esta excentricidade dele chama muito a atenção de seus fãs e aqui no Brasil, que não são poucos, ao menos penso que a diversão é garantida, muito embora que nos Estados Unidos logo em sua estreia, não tenha conseguido atingir o sucesso esperado.

      Ainda não assisti o filme, mas pelos trailers, passa muita emoção e adrenalina, e visto que é o resgate de um personagem que como vc pôde bem perceber, teve suas versões nas diversas mídias.

      Até hoje, confunde-se por aqui o Zorro com The Lone Ranger, o Cavaleiro Solitário. O cavalo do Zorro não era Silver, e sim Tornado, um cavalo negro e belo. A época dos dois heróis são períodos bem distintos: um vive na Califórnia dominada pelos espanhóis no início do século XVIII, e o outro e da metade do mesmo século após a Guerra Civil Americana. Mas por mais que possamos expandir a informação correta, ainda assim creio que haverá pessoas cometendo a mesma confusão, pois acabou se tornando um vicio para muitos por aqui.

      Outra boa observação sua...

      Os seriados de cinema foram fonte de inspiração para Steve Spielberg e George Lucas para OS CAÇADORES DA ARCA PERDIDA, e com certeza estes seriados, além de serem fonte de criatividade para estes dois gênios cinematográficos, foram também precursoras dos seriados televisivos. Mas com certeza, esta versão de THE LONE RANGER é uma nova leitura, onde nada é igual como antigamente, porém mantendo apenas as características e, quem sabe, o espírito dos personagens.

      Abraços Rodrigo.

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  4. Parabéns Paulo por mais esta belíssima matéria. Sempre muito bem pesquisado e com informações valiosas, seu trabalho é uma fonte muito rica de aprendizado para seus leitores, entre eles eu! Obrigada!

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    1. O Editor agradece por palavras tão edificantes. Obrigado Marlene.

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  5. Parabéns Paulo pela excelente matéria. Sempre muito bem pesquisado e com ótimo conteúdo, seu trabalho é sempre um brinde para os leitores que, como eu, curtem sua página! Obrigada! Adoro...

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    1. Agradeço mais uma vez amiga Marlene. Abraços do Editor.

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  6. Deve ser no mínimo curiosa esta nova versão, principalmente pela presença de Johnny Depp.

    Abraço

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    1. É o que se espera HUgo. Obrigado pela sua presença. Grande abraço!

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  7. Nossa querido amigo,que fantástica tua postagem.Meus cumprimentos pelo teu brilhante e fascinante trabalho.Meu maior abraço.SU.

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    1. Obrigado, Su pela presença e pelo cumprimento! Abraços do editor.

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  8. APROVEITANDO O LANÇAMENTO MUNDIAL DO WESTERN O CAVALEIRO SOLITÁRIO, VOCÊ COMO SEMPRE, RÁPIDO NO GATILHO, ELABORA ESTE GRANDE TRABALHO – UM TRIBUTO AO MOCINHO LONE RANGER(CAVALEIRO SOLITÁRIO). ESTE SIM UM VERDADEIRO MOCINHO, QUE SERVIU PARA DAR EXEMPLO BONS PARA MENINADA,MORMENTE, NAS DÉCADAS DE 30, 40 E 50...
    COMO SEMPRE VOCÊ PRATICAMENTE EXAURIU O TEMA, MAS DENTRO DO POSSÍVEL VOU ESCREVER ALGUMA COISA A RESPEITO DESSE MOCINHO, QUE TANTO ENCANTOU A PETIZADA...
    VOCÊ SALIENTOU QUE A REPUBLIC APÓS O GRANDE SUCESSO NAS RÁDIOS, REALIZOU O SERIADO O GRANDE VINGADOR. NA REALIDADE ESSE SERIADO FOI LANÇADO NOS CINEMAS, COMO O GUARDA VINGADOR, QUE, NA VERDADE, É REPRESENTADO POR CINCO RANGERS, LEE POWELL, HALL TALIAFERRO, HERMAN BRIX(BRUCE BENNETT), LANE CHANDLER, E GEORGE LETZ, FILHO DE IMIGRANTES UCRANIANOS, QUE DEPOIS MUDOU SEU NOME PARA GEORGE MONTGOMERY, E COMO TONTO CHIEF THUNDERCLOUND, QUE ERA GRAFADO NAS LEGENDAS DOS FILMES QUE ERA INTERPRETE, COMO CHEFE TROVOADA...
    EM PORTRUGAL LONE RANGER É CONHECIDO COMO MASCARILHA NEGRA!
    ROBERT LIVINSTON AINDA ESTRELOU DOIS EPISÓDIOS DA SÉRIE DE TV LONE RANGER(Message to Fort Apache (1954) … Major Harvey E Frame for Two (1952) … Don Cutler.
    CONCERNENTE AO FILME RECEM LANÇADO O CAVALEIRO SOLITÁRIO, DEVO-LHE DIZER QUE UM AMIGO MEU ASSISTIU À ESTRÉIA MUNDIAL ESPECIAL E ACHOU EXCELENTE O FILME, MUITO EMBORA A CRITICA ESTADUNIDENSE TENHA, MESMO ANTES DE SER LANÇADO BOICOTADO O FILME. SEGUNDO ALGUNS BLOGS ESSE WESTERN É MARAVILHOSO, E ALGUNS, DIZEM, AO CONTRÁRIO DO QUE PENSAVA, QUE JOHNNY DEEP, NÃO ESTÁ CARICATO, SENDO MUITO BOA A SUA INTERPRETAÇÃO, E WILLIAM FICHTNER COMO O VILÃO BUCH CAVENDISH, ESTÁ ESPETACULAR. EM SUMA A IMPRENSA TRABALHOU DURO PARA TENTAR MATAR O FILME, MAS, AO QUE PARECE, DEU COM OS BURROS NÁGUA..TOMARA QUE SIM...

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    1. Pois é Major Edivaldo!

      Havia feito esta observação com o nosso Claudio Brayner, junto com o notável Marco Antonio (ambos nossos amigos em comum no Facebook) e com a Denise Silva Arantes, que não devemos nos prender ao que a crítica acha ou deixa de achar, pois não são eles que enchem as bilheterias, mas o público que motivado pela própria vontade de se dirigir as salas de cinema tem a função de avaliar e curtir o filme em cartaz.

      A crítica, muitas vezes, tenta ser (e como é muitas vezes) a portadora da opinião de massas e muitas vezes só atrapalha o que não vem a ajudar na avaliação individual de cada pagante de ingressos, que tem todo o direito de expressar seu parecer. Como diria JOHN FORD em um documentário em que ele foi dirigido pelo brilhante Peter Bogdanovich, onde ressaltou que jamais deu bolas para críticas, fossem elas boas ou ruins.

      Vejam um bom exemplo disso: A PAIXÃO DE CRISTO, dirigido por Mel Gibson, foi massacrado por muitos críticos nossos daqui no Brasil, especialmente pelo jornal O Globo, contudo não adiantou e muitos foram as salas de cinema e aplaudiram o filme, onde saíram emocionados e se conta até mesmo mudança na vida das pessoas.

      FALANDO DE THE LONE RANGER

      Como podemos acompanhar nos trailers, o filme tem muita carga de ação, e é o meu desejo também que estas críticas negativas caiam no abismo. Depp esta exótico sim, mas não caricato. De resto só posso aguardar sua estreia AMANHA, e tenho certeza que não vou me desapontar.

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  9. Vai ser mesmo muito dificil o Hammer encobrir a luz que o Moore tinha no personagem.
    Acho até que, claro que sem querer por pechas negativas no novo Cavaleiro, que o Hugh Jackman assentaria melhor no papel, mesmo porque este já tem um caminho bem traçado.
    Porém, vamos ver. Quem sabe não teremos muitas surpresas?

    Eu também vivi confundido com estes dois Zorros. Um que lutava Capa e Espada e outro que usava o revolver.
    Mas, nunca parei para indagar a quem quer que fosse sobre o tema, mesmo porque tudo era sempre muito agradável, entre aventuras e mais aventuras.
    E era o que queriamos. E se tinhamos...

    Vi Zorro e o Ouro do Cacique lá pelas plagas de 50. E não faço a menor idéia de nada, nem mesmo que era uma das boas fitas da Raposa das Pradarias, como falou Tonto.

    Agora: vi recentemente, na TV, O Justiceiro Mascarado. E por ser um faroeste, e por ter me espantado com tamanha qualidade como foi feito, assim como o conteudo da historia narrada, cheguei a comentar o filme em outro blog.
    Realmente, uma fita produzida com esmero e onde se pode apreciar muito melhor os trabalhos de Claiton e do Ray.

    Infelizmente eu não acompanhei nenhum seriado com o personagem ou com outro heroi qualquer. Nunca me ative a séries, sendo meu negócio filmes de longa metragem mesmo.
    No entanto, posso imaginar o delirio que deveria ser se acompanhar um seriado movimentado como este, principalmente com o Claiton e seu carisma para o papel.

    Existe uma foto/desenho nesta postagem que achei de uma perfeição incrivel. Ela me fez recordar várias cenas de ação numa revista que acompanhei por longos anos intitulada Aventura. Era de faroeste e, os traços do desenho eram iguaiszinhos ao da foto acima que me refiro. Muito bem feita e com muito movimento em apenas uma aparição. Perfeita.

    Uma postagem muito afim com o bom gosto de quem seguiu os passos do heroi, com muitas informações que, tenho certeza, muitos desconheciam, e que agora formulam mentalmente uma idéia geral deste valioso heroi.

    jurandir_lima@bol.com.br

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    1. Bom amigo baiano, acho impossível fazer mesmo qualquer comparação entre Hammer e o saudoso e querido Clayton Moore, mesmo porque as leituras dos personagens, embora os mesmos, são diferentes. Contudo acho agradável a ideia de alavancar novamente tão enobrecido herói que tantas alegrias deram a vc e ao Major principalmente.

      Eu acompanhei pela TV a série quando criança nos anos 70,e pelos quadrinhos, e foi a partir dai que, ao contrário do amigo, eu encucava na cachola porque tinham dois zorros tão diferentes, e queria saber. Mas claro, sempre eram mais gostosas e divertidas aventuras, tanto de um herói quanto de outro, mas tudo me fazia perceber a distinção entre os dois. Só com o avanço do tempo é que pudemos saber da real diferença, e como os editores de quadrinhos por aqui queriam chamar, possivelmente, a atenção para vender as revistas, já que agora penso, nas minhas entrelinhas, que o motivo da mudança do nome de CAVALEIRO SOLITÁRIO para “ZORRO” seria mais por vendagens. E isso acabou acontecendo também na TV quando a série foi exibida no Brasil.

      Quando vc puder, Ju, assista algum dos fascinantes episódios televisivos estrelados por Clayton Moore, que no próximo ano faria seu centenário, e uma homenagem a ele será redigida aqui neste espaço.

      Grande abraço do editor carioca!

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  10. Telles,

    Até que assistiria mesmo episódios do seriado, caso ele voltasse a passar.
    Mas, o unico canal de TV com esta possibilidade é o TCM, onde jamais o vi no ar.
    Porém, estarei atento para seguir a orientação do amigo.

    Quanto à manutenção do titulo Zorro nos quadrinhos e demais do Cavaleiro Solitário, não restam duvidas que nada passou de jogada comercial.
    Até mesmo o filme Zorro e o Ouro do Cacique, onde o personagem não é Zorro coisa alguma, o cinema fez tambem a manutenção do titulo para fins lucrativos. E ficou.

    Porém, para nós isso era o de menos importancia. E se era mascarado, que então se chamasse Zorro ou o que fosse. Queriamos ação. E isto era o que não faltava.
    Não é isso mesmo, amigo?

    Grande abraço

    jurandir_lima@bol.com.br

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    1. Jurandir

      Ao que sei, O CAVALEIRO SOLITÁRIO, a série com Clayton Moore, não anda mais sendo exibida nas TVS nem abertas e nem nas pagas. Sua última exibição na Tv convencional foi na 1º metade da década de 1980, na TV Iguaçu, se não me engano em Porto Alegre. Aqui no Rio de Janeiro foi exibida a série na TV Globo, TV Rio Canal 13 (extinta, e foi por este canal primeiro que o conheci)e na TV Tupi Canal 6, também extinta. A Série ainda teve duas fases de produção: quando foi exibida em preto & branco nas duas primeiras temporadas, e as seguintes, já prevendo a chegada da TV Colorida nos Estados Unidos (e depois ao Mundo), em cores, onde podemos vê-lo todo em seu uniforme azul claro.

      Quanto a jogada comercial, sim, ficou sendo um merchandising para arrecadar fundos com o nome de Zorro, e até esqueci de fazer menção a isto no próprio artigo. Contudo, o que foi determinante foi toda esta confusão que até hoje vigora em muitos.

      Mas sendo importante ou não, nobre baiano, é como vc falou, para nós bastava cenas eletrizantes e bastante pimenta de ação - aliás ONTEM REVI ZORRO, O CAVALEIRO SOLITÁRIO, que foi lançado há alguns anos pela Classicline, onde pelo menos tem TRÊS CENAS eletrizantes de ação, incluindo duas cenas de luta entre Clayton Moore e o índio Michael Ansara (ator ainda vivo que acabou de completar 90 anos), e outra num penhasco com o sempre formidável vilão Robert Wilke, lembra dele???

      É isso ai, amigão!!! HIYou Silver, GO WAY!!!

      Abraços!

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  11. Olá, Paulo Telles!

    Muito sedutora a sua publicação sobre O CAVALEIRO SOLITÁRIO. Só conheço o mascarado por causa de meu contumaz consumo de revistas em quadrinhos ao longo dos anos 60. Nunca fui apresentado ao personagem em suas aventuras cinematográficas. Apenas como curiosidade, corria uma piada - não sei de sua origem (alguns diziam que saiu dos quadrinhos) - na qual The Lone Ranger e Tonto estão cercados por índios furiosos. Parece que não há escapatória. The Lone Ranger olha para o companheiro e diz: "Estamos perdidos, Tonto". Este, então, responde: "Nós quem, cara pálida?".

    Abraços.

    José Eugenio Guimarães

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  12. Olá, Paulo.

    Gostaria de fazer alguns comentários sobre Zorro, O Cavaleiro Solitário (As Aventuras de The Lone Ranger no Brasil)

    Em 1945, quando adolfo Aizen fundou a EBAl, modificou para sempre a história dos gibis no Brasil. Iniciando "oficialmente" com O Herói (1947), a editora lançou em seguida Superman, sendo este o primeiro no formato americano, já que a revista de estréia iniciou sua sua numeração com um formato um pouco menor. Foram sete publicações até 1949. quando Aizen resolveu editar o primeiro título dedicado exclusivamente ao Faroeste: Aí, Mocinho!
    Em decorrência do sucesso obtido pela publicação, mais histórias do velho oeste foram inseridas em diversas revistas de conteúdo variado e outras edições foram criadas especialmente para esses heróis. Assim surgiram Gene Autry, Roy Rogers, Reis do Faroeste e finalmente chegava às bancas o Zorro. O Primeiro numero da revista, datada de março de 1954, com 52 páginas e ao preço de C$ 3,00, trazia na capa uma belíssima pintura das muitas que iriam caracterizar quase toda a série e que com certeza chamaria a atenção de milhares de leitores. O famoso editor ainda teve o cuidado de colocar naquele número inicial a expressão "Aventuras de Lone Ranger", deixando bem claro quem era o protagonista da revista.
    Citando apenas as publicações em quadrinhos, antes de ser publicado pela Editora Brasil-América Ltda, O Zorro fez sua estréia e foi atração dos seguintes periódicos: O Globo Juvenil, Gibi Tri-Semanal, Almanaque de o Globo Juvenil, Biriba, Novo Gibi, Novo Globo Juvenil e Guri; Ainda na fase da EBAL, teve participação na interessante Chamada Geral e foi publicado paralelamente por diversos suplementos de jornais do país e pelos tablóides Suplemento Quadrinhos e Super Plá, tendo sua última passagem pelo Brasil numa produção independente do CLUC (Clube dos Quadrinhos), sem contar suas inúmeras aparições nos mais importantes fanzines nostálgicos brasileiros.
    Independente da denominação que tenha recebido no Brasil (Guarda Vingador, Cavaleiro Solitário, Justiceiro Mascarado, Kid Roger e Cavaleiro Mascarado), The Lone Ranger sempre foi mas conhecido pelo público do nosso país como ZORRO. Somente a partir das duas últimas décadas , alguns estudiosos do personagem passaram a considerar a tradução "Cavaleiro Solitário" mais fiel e condizente à mitologia do herói, ignorando que "solitário" não poderia ser usado para designar alguém que constantemente estava acompanhado, podendo este significado ser atribuído somente quando em referência aos seis guardas Rurais do Texas, dos quais The Lone Ranger era o único sobrevivente. No entanto, nos quadrinhos, jamais foi traduzido. o desta forma.Desde o inicio, em um sábado, 17 de dezembro de 1938, quando lançado em tiras nas páginas do antológico O Globo Juvenil TriSemanal nº 232, Já era batizado com o nome que o consagrou. Por isso, é quase impossível apagar da nossa memória icnográfica a lenda do mascarado e do índio ou associá-la a outra designação. E não importa cada nome que tenha recebido durante o transcorrer de suas cavalgadas pela mente dos brasileiros. Na verdade, para todos os leitores daquela época, aquele mascarado montado em um cavalo branco, tendo como símbolo uma bala de prata e sempre ao lado do seu fiel companheiro Tonto, era simplesmente o famoso...ZORRO !
    - Ai-ôu, Silver! Avante!!!!

    Kemo Sabay

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    Respostas
    1. Caro leitor “Kemo Sabey”, seja bem vindo ao espaço, e desde já meu agradecimento pelos acréscimos feitos em seu comentário quanto ao que se refere à estreia do herói nos gibis publicados no Brasil. Contudo, a proposta do tópico, não é de maneira alguma fazer a cabeça dos leitores para que se convença que o personagem seja o “Zorro” ou “Cavaleiro Solitário”, e sim esclarecer.

      Com certeza, é impossível deletar na memória das pessoas com mais de 40, 50, 60, 70 ou 80 anos, a figura do CAVALEIRO SOLITÁRIO, ou RANGER SOLITÁRIO, como “Zorro” aqui em nossa terra graças as publicações dos nossos quadrinhos por aqui. Cada um tem o direito de chama-lo como bem entende, seja Cavaleiro Solitário ou Zorro, isto parte de cada um como direito de opção, nobre “Kemo Sabey”.

      Mas o verdadeiro Zorro, sem dúvida, o original, é ainda o personagem capa & espada criado por Johnston McCulley em seu romance “A Maldição de Capistrano” e que deu origem a saga de muitos filmes protagonizados pelo herói, tendo como intérpretes Douglas Farbainks, Tyrone Power, Guy Williams, Alain Delon, entre outros.

      Saudações do editor.

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