sexta-feira, 25 de novembro de 2011

A Vida e a Obra de Jeffrey Hunter


Os fãs de ficção científica costumam lembrar-se dele como o capitão Christopher Pike, da USS Enterprise, no episódio piloto da série de TV Jornada nas Estrelas(1966-1969). Mal agenciado por sua segunda esposa, Joan Bartlett, Hunter recusou a continuar na série, e o papel principal foi entregue a William Shatner — o que contribuiu também para o fim de seu segundo casamento.


Porém, esta belo ator, de apolínea beleza e olhos azuis (além de um triste destino), é mais lembrado pelos cinéfilos do mundo todo como um dos grandes intérpretes de Jesus Cristo no Cinema, no filme Rei dos Reis(King of Kings), dirigido por Nicholas Ray (1911-1979). Sua atuação até hoje como Cristo é considerada a mais destacada entre os demais atores que interpretaram o personagem nas grandes telas.


Jeffrey praticando piano aos cinco anos
Nascido na Luisiana a 25 de novembro de 1926 (outras fontes, mencionam 1925, mas em seu túmulo está inscrito 1926 como seu ano natalício), seu nome verdadeiro era Henry Mckinnies Jr.Filho de engenheiro, quando tinha quatro anos, sua família se mudou para Wisconsin.


Jeffrey nos tempos de universidade.
O jovem Hank, como era conhecido, fez algum trabalho de palco no colégio (onde chegou a ser colega de classe de Charlton Heston. Com ele, apareceu numa adaptação de "Julio César", de William Shakespeare, no teatro colegial), e fez também trabalho de rádio antes de concluir o ensino fundamental, em 1945.

Depois, alistou-se na Marinha dos Estados Unidos da América, nos fuzileiros navais, durante a II Guerra Mundial, servindo a Marinha nos dois anos seguintes. Fez faculdade de comunicações na Universidade Northwestern, em Illinois, entre 1946 e 1949 e chegou a fazer pós-graduação em rádio na Universidade da Califórnia em Los Angeles, entre 1949 e 1950.


Jeffrey no auge da forma física, já galã
em Hollywood
Nesta época, Hank queria independência e pagar seus estudos, logo, aproveitando seus apolíneos dotes, fazia trabalhos como modelo fotográfico e locutor de rádio, quando foi notado por um executivo de Hollywood.


Jeffrey com fãs.

Feito seus primeiros testes cinematográficos, foi aprovado. Tanto o estúdio da Warner Brothers quanto a 20th Century Fox estavam de olho no belo e iniciante ator de olhos azuis. Em Hollywood, acabou assinando contrato com 20th Century Fox, e escolheu seu nome artístico para Jeffrey Hunter (se desconhece os motivos por que adotou este nome artístico). Sua beleza máscula e porte(1m83), logo o levaram a tornar-se um dos ídolos do público feminino na década de 1950.

Jeffrey com Debra Paget: A PRINCESA DO NILO (1954)

Inicialmente, seus papéis eram de galãs juvenis em filmes considerados “água com açúcar”, mas rapidamente passou para papéis mais maduros, fossem como cowboys, ou soldados em filmes de guerra e aventura.


Hunter com sua primeira esposa, a atriz
Barbara Rush, e o filho do casal, Christopher.

Casou-se em 1950 com a atriz Barbara Rush (nascida em 1927), com quem teve um filho, Christopher. Divorciaram-se em 1955.


Jeffrey e sua segunda esposa, Dusty Bartlett

Jeffrey Hunter e Dusty Bartlett.

Foi em 1956, durante as filmagens de Um Beijo Antes de Morrer(A Kiss Before Dying), que Jeffrey Hunter conheceu sua segunda esposa, Joan Bartlett (1928-2005). A modelo, que serviu de dublê durante o filme, teve grande influência sobre o futuro da carreira do ator, pois a levou a gerenciar sua carreira como uma agente, levando inevitavelmente a seu trágico e prematuro final.

Os dois se casaram a 7 de julho de 1957. Hunter, de início, estava muito feliz com o casamento (que daria a ele mais dois filhos), chegando até a adotar um dos filhos da modelo de seu casamento anterior, e mais tarde, na vida artística, o rapaz assumiu o nome de Steele Hunter (com ele, passaram a ser quatro as crianças na casa: Christopher, filho do primeiro casamento de Jeffrey, Steele, do primeiro casamento de Bartlett, e Herman e Scott, do casal). A felicidade matrimonial levou o ator ao seu papel mais importante, em 1961: interpretar ninguém menos que o líder da cristandade, em Rei dos Reis/ King of Kings.


Jeffrey com John Wayne no clássico
RASTROS DE ÓDIO (1956)
Jeffrey Hunter chegou no auge de sua fama em alguns dos grandes clássicos do cinema, muitos deles reverenciados por cinéfilos de todo mundo. Rastros de ódio/The Searchers, clássico do Western dirigido pelo Mestre John Ford (1895-1973), em 1956, e rodado nas locações no Monument Valley, no Utah, região preferida do cineasta para seus inúmeros Westerns, atuando lado do "Duke" John Wayne (1907-1979).

"Quando chegou a minha vez de disparar tiros em "The Searchers", me deram quase tanta munição como deram a John Wayne."- disse o ator na época.


Com Spencer Tracy e Diane Foster, em
O ÚLTIMO HURRAH (1958)
Em 1958, outra parceria entre Hunter e o cineasta Ford, no clássico O Último Hurrah/The Last Hurrah, de 1958, onde teve a honra de contracenar com o competente e talentoso Monstro Sagrado das Telas, Spencer Tracy (1900-1967), um drama político onde Jeffrey desempenha um jornalista que ajuda na reeleição do tio (interpretado por Tracy) a prefeitura de sua cidade.

Poster alemão de AUDAZES E MALDITOS(1960)
Faroeste de John Ford.

Logo em seguida, Ford escala Hunter para o papel principal de seu Western anti-racista, Audazes e Malditos/Seargeant Rutledge, em 1960, no papel de um Oficial da Cavalaria Americana, que defende seu subordinado sargento negro (Woody Strode, 1919-1994) numa corte-marcial, acusado de um crime sórdido que não cometera.


Hunter no dramático bélico
DO INFERNO PARA A ETERNIDADE (1960)

Ainda em 1960, fez Do Inferno para a Eternidade/Hell to Eternity, de Phil Karlson (1908-1985), vigoroso drama de Guerra biográfico, em que atua no papel de Guy Gabaldon (1926-2006), herói americano da II Guerra Mundial, que órfão, fora criado com todo carinho por uma família de japoneses, e quando os Estados Unidos entra na II Guerra após o ataque a Pearl Harbor, é convocado e obrigado a lutar contra o povo de seus pais adotivos, manifestando nele uma crise de consciência. O desempenho de Hunter foi elogiado pelo próprio Gabaldon.


Jeffrey Hunter como o mais famoso (e belo)
Cristo do Cinema: REI DOS REIS (1961)

Mas o ápice do sucesso veio em 1961, quando foi escolhido por Nicholas Ray para interpretar Jesus Cristo no filme Rei dos Reis (King of Kings), em uma interpretação magistral e de inigualável desempenho à altura do personagem.


Jeffrey Hunter, o Cristo de Nicholas Ray

Embora a película de Ray tenha sido um sucesso de público, e de uma parte da crítica malhar maldosamente o trabalho do ator com os dizeres "eu fui um Cristo adolescente", comparando-o a James Dean em Juventude Transviada, o drama bíblico não firmou por muito tempo a carreira de Hunter. Foi seu primeiro trabalho fora dos Estados Unidos, embora a película fosse uma produção norte-americana sob os auspícios de Samuel Bronston (1908-1994), o espetacular produtor de El-Cid, de Anthony Mann, em 1961.

O papel de Jesus Cristo impulsionou o rosto bonito de Hunter definitivamente para a fama. Até suas axilas tiveram que ser raspadas para as cenas da crucificação. Quem melhor define a situação é Leonard Maltin, em sua Movie Encyclopedia: "Ele pertence à pequena fraternidade de atores que interpretaram Jesus Cristo na tela e, embora possa ou não ser o mais convincente Filho de Deus dos filmes, ele certamente era o mais bonito".


Hunter em santidade no papel de Jesus:
REI DOS REIS (1961)
Hunter declarou a uma revista em março de 1962, um ano depois do lançamento do filme, a respeito de seu papel na saga bíblica de Cristo:

Não compreendi totalmente minha responsabilidade até achar-me nas vestes de Jesus, subindo a montanha para a cena do sermão das bem-aventuranças. Para minha surpresa, muitos habitantes do vilarejo caíram de joelhos enquanto eu passava. Eles sabiam muito bem que eu era um mero ator, porém sentiram que, de alguma forma, eu era uma apresentacão viva de uma figura que lhes era sagrada desde a infância. Eu não sabia o que fazer... foi aí que me conscientizei do que aceitara representar.

Senti minha responsabilidade crescer à medida que o filme prosseguia, e sinto-a ainda mesmo que o filme tenha terminado. Não creio entretanto que sou maior conhecedor de Cristo do que qualquer outra pessoa. Minha educacão religiosa foi como a de qualquer crianca americana. Conhecia a Bíblia, é claro, a história de Jesus era sagrada, mas nunca havia pensado muito sobre ele como Pessoa, de carne e sangue, como um Homem que viveu neste mundo como nós vivemos, entre pessoas e em um tempo não diferente dos atuais. Ao estudar o script, e enquanto prosseguia minha pesquisa, comecei a compreender pela primeira vez o significado de Sua vida e o que os Seus ensinamentos trouxeram ao mundo.

A FAMÍLIA DO GÊNIO (1953)

Depois do papel em Rei dos Reis, as coisas começaram a piorar na vida familiar do ator. Bartlett decidiu que seria a responsável pela administração da carreira de seu marido e escolheria quais papéis ele deveria ou não fazer. E a modelo decidiu que ele definitivamente era um astro de cinema, não de televisão, a qual ela considerava um veículo menor e desprezível. Joan queria seu marido como um verdadeiro "Astro de Hollywood" na concepção da frase, no calibre de um Clark Gable, de um James Stewart, de um William Holden, ou a de Gary Cooper, coisa que Hunter, definitivamente, jamais foi, isto é, um astro de primeira grandeza na meca do cinema. Nem Robert Wagner, que era seu concorrente no mesmo estúdio e que provavelmente lhe roubou o título de galã para Hunter (por ser mais jovem), se solidou numa carreira extraordinária no cinema, mas faria grande sucesso na televisão nas séries O Rei dos Ladrões, e Casal 20, na década de 1980.

Jeffrey Hunter como astro da TV na
série TEMPLE HOUSTON (1963)



Hunter mesmo fez participações especiais em algumas séries televisivas, como Besouro Verde, Daniel Boone, FBI, e The Monroes. Nesta época, um ator que fosse fazer TV poderia ser boicotado no cinema dependendo do status de um astro, mas mesmo assim alguns atores resolveram experimentar e arriscar a nova sensação daquele momento.Em 1963, é escalado como protagonista da série televisiva de faroeste Temple Houston, do qual também foi produtor executivo, atuando ao lado de Jack Elam (1920-2003), mas a série não passou da 1ª temporada.


Hunter como o primeiro capitão de
JORNADA NAS ESTRELAS (1965), com
Leonard Nimoy
Surpreendentemente, Hunter venceu a batalha familiar e decidiu fazer TV, para um projeto que ele acreditava ter enorme potencial: Jornada nas Estrelas/Star Trek. Em janeiro de 1965, depois de ter filmado o piloto, ele deu uma entrevista em que elogiava o arrojo do programa de Gene Roddenberry (1921-1991). Na série, Jeffrey desempenhou o Capitão Christopher Pike, o antecessor de James Tiberius Kirk (William Shatner), no comando da nave estrelar "USS Enterprise"

Eis detalhes sobre esta fascinante entrevista do ator sobre a série, em entrevista a revista americana "Stalog" no fim de 1964:

Encontramos mundos pré-históricos, sociedades contemporâneas e civilizações muito mais desenvolvidas do que a nossa. É um grande formato porque os escritores têm a mão livre, e eles podem nos aterrissar num planeta infestado por monstros ou lidar com relações humanas envolvendo o grande número de pessoas que vivem nessa nave gigantesca. Nós vamos saber em algumas semanas se a série foi comprada.

Será de uma hora, colorida, com um elenco regular de meia dúzia de pessoas e um astro convidado a cada semana. A coisa que mais me intriga é que ele é na verdade baseado na projeção da Rand Corporation do que vem por aí. Exceto pelos personagens fictícios, será como dar uma olhada no futuro e algumas das predições certamente vão ser verdade ainda durante nossas vidas. Com todas as estranhas redondezas do espaço exterior, o tema básico subjacente à série é uma abordagem filosófica das relações dos homens com as mulheres. Há os dois sexos na tripulação e, na verdade, a primeiro-oficial é uma mulher.


A série não foi imediatamente comprada pela rede de televisão NBC, mas os executivos tomaram a inédita decisão de pedir um segundo piloto. Praticamente toda a tripulação deveria ser trocada, exceto Jeffrey Hunter e seu Capitão Pike. Entretanto, parece que num segundo momento, Joan Bartlett, sua esposa e agente, voltou a imperar.


Fita VHS do Piloto de JORNADA NAS ESTRELAS
com Jeffrey Hunter. Acervo Particular do
editor.
Os envolvidos na produção de Jornada nas Estrelas na época, contam que Bartlett foi até eles com exigências absurdas, sob o pretexto de proteger a carreira de seu marido. Mais uma vez ela vinha com aquele papo de que "o meu marido é um astro de cinema". A situação fez com que Hunter acabasse desistindo de voltar para o segundo piloto, apesar de seu entusiasmo inicial pela série. Em 1989, este piloto, então inédito, foi lançado em VHS nos EUA (aqui no Brasil também no mesmo ano, pela extinta CIC vídeo sob o título de Jornada nas Estrelas- Como tudo Começou), entretanto alguns trechos serviram para compor na série original o episódio de duas partes “A Jaula”, onde Hunter era o astro principal convidado, no papel do Capitão Christopher Pike.

Jeffrey em ARMA PARA UM COVARDE (1957)
O ator começou a fazer filmes de calibre cada vez menor, e seu nome foi desaparecendo da lista dos potenciais astros de Hollywood. Simultaneamente, o plano pessoal parecia cada vez mais insuportável. As pressões da mulher e a crise familiar levaram o ator à bebida. Após várias crises que beiravam casos de polícia, em 28 de fevereiro de 1967, Hunter e Bartlett se separaram.


Jeffrey no western europeu FACE A FACE COM
O DIABO (1967)
Com várias oportunidades perdidas nos Estados Unidos, depois do segundo divórcio, Jeffrey Hunter foi para Europa trabalhar em filmes de baixo orçamento, muitos deles Western Spaghetti, trabalhos que nada ajudariam na reabilitação de sua carreira.

Jeffrey em seu último filme: O PODEROSO
FRANK MANNATA (1969)

Em novembro de 1968, Jeffrey Hunter sofreu um grave acidente durante as filmagens do que seria seu último (e póstumo) filme, O Poderoso Frank Mannata (Viva América,) na Espanha. Recuperado, encerrou a película e voltou para os Estados Unidos, mas queixava-se de fortes tonturas e dores de cabeça. Nada foi constatado em seus exames médicos.

Emily McLaughlin, última mulher de Hunter
Em janeiro de 1969, conhece a atriz Emily McLaughlin (1930-1991), conhecida pela série de TV Hospital Geral/General Hospital, e casam-se no mês seguinte, a 4 de fevereiro do mesmo ano.

Jeffrey Hunter se despediu das telas como
O PODEROSO FRANK MANNATA (1969)

Na tarde de 26 de maio de 1969, Jeffrey Hunter cai de uma escada de apenas três degraus em sua residência, em Van Nuys, Califórnia, e sofre uma violenta fratura no crânio. Levado para o Hospital, não resiste a uma cirurgia de emergência, e morre na manhã seguinte. Tinha 43 anos. Seu funeral foi uma reunião simples e privada na Igreja Episcopal de São Marcos, com o enterro no Glen Haven Memorial, onde o ator esta sepultado, em San Fernando, Califórnia.


Túmulo do ator Jeffrey Hunter

Filmografia Parcial

Montanhas Ardentes(Red Skies of Montana)- 1951
o Marinheiro do Rei(Saylor of the King)- 1952
A Roleta Fatal(The Three Youngs) - 1953
A Princesa do Nilo(Princess of The Nile) - 1954

Como o jovem guerreiro Cheyenee Cão Pequeno: A LEI DO BRAVO(1956)
A Lei do Bravo(White Feather)- 1955

As 7 Cidades de Ouro(Seven Cities Of Gold)- 1955
Têmpera de Bravos(The Locomotive Chase)- 1956
Rastros de Ódio(The Searchers)- 1956
A Borda da Morte(The Proud Ones)- 1956
Um Beijo antes de Morrer(Kiss Before Die)- 1956

Socando John Larch: ARMA PARA UM COVARDE (1957)

Quem foi Jesse James?(True of Story Jesse James)- 1957

Armas para um Covarde (Gun for a Coward)- 1957
Três Encontros com o Destino(Love in War)- 1958
O Último Hurrah(The Last Hurrah)- 1958
A Testemunha Chave(Key Witnnes)- 1959


Com Robert Wagner e Hope Lange:
QUEM FOI JESSE JAMES (1957)
Do Inferno para Eternidade(Hell to Eternity)- 1960
Audazes e Malditos(Sergeant Rutledge) - 1960
Rei dos Reis(King of Kings) - 1961
O Mais Longo dos Dias(The Longest Day) - 1962
A Beira do Inferno(No Man is a Island) - 1962

Escravo arquiteto em OURO PARA OS CÉSARES (1963)

Ouro para os Césares(Oro per Cesari-Itália; Gold for The Caesars-EUA) - 1963

Jornada nas Estrelas - A Jaula(Star Trek - The Cage)- 1964
Braistorm(Brainstrom)- 1965
Joaquim Murieta(Murieta)- 1965
Dimensão 5(Dimension Five)- 1966
Condenado a Forca(The Christmas Kid)- 1967
Face a Face com o Diabo(Find A Place to Die)- 1967

OS BRAVOS NÃO SE RENDEM (1968)
Os Bravos não se Rendem (Custer of the West)_ 1968
O Marujo Tremendão(Private Navy of Sargent O'Farrell)- 1968
Viva América(Viva America)- 1969



Produção e pesquisa de Paulo Telles
ATUALIZADO EM 22 DE NOVEMBRO DE 2016.

40 comentários:

  1. Belo texto Paulo. Muito bom conhecer a triste história desse belo ator que tinha tudo para ser um grande astro, mas que por ciladas do destino (ou da própria mulher) acabou não brilhando tanto quanto poderia. Não sabia que ele tinha participado também de westerns spaghetti. Abraço forte!

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  2. Olá Gil. Hunter participou de westerns na Europa, como grande parte de outros astros americanos que se encontravam em franca decadência em Hollywood e que viram na Itália ou na Espanha uma chance para tentar resgatar suas carreiras.

    Um destes exemplares, FACE A FACE COM O DIABO, já foi lançado em DVD aqui no Brasil, e não é um dos piores filmes do ator nesta fase. Mas sem dúvida, foi uma pena que as coisas na vida dele tivessem chegado a esta infeliz circunstância.

    Abraços Gil, ótimo fim de semana.

    Paulo Néry

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  3. Com Jeffrey Hunter assisti "Rei do Reis" e "Rastros de Ódio", seus dois trabalhos mais famosos.

    Quanto o piloto de "Jornada nas Estrelas " que ele filmou foi lançado em VHS por aqui, eu tive curiosidade mas não a oportunidade de conferir. Se ele tivesse continuado na série poderia ter tido um futuro diferente.

    Abraço

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  4. Com certeza Hugo, tudo poderia ser diferente. Infelizmente não tem como saber, são estas coisas que as vezes acontecem na vida das pessoas, daí até pensamos no tal "efeito borboleta", ou seja, como seria a minha vida se tomasse uma atitude assim ou assado? talvez com Hunter as coisas pudessem ser bem diferente e sua carreira, quem sabe, pudesse mesmo decolar na TV, dando ainda mais notoriedade a ele.

    Tudo pode ser...tudo pode ser...tudo pode ser...

    Forte abraço Hugo, bom fim de semana

    Paulo Néry

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  5. Eu me lembro... e como me lembro de Jeff, que causou o maior escandalo por dar a primeira face a Jesus no cinema... me lembro do Jeff bonitao e sexy... e me lambro até do Jeff no Startrek... nunca o considerei um "ator", sim um bonito animal, apropriadíssimo a Hollywood... 85 anos, imagine...
    Obrigado, ótima postagem!!!!!!!!

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  6. Obrigado por Participar, Ricardo.

    Realmente houve polêmica, pois foi o primeiro ator a retratar a face de Jesus no cinema contemporâneo americano, já na fase sonora.

    Historicamente, os pioneiros europeus introduziram a imagem de Cristo em seus filmes, quando houve uma proibição através de uma bula do Papa para que não se produzissem estes filmes, por considerar "falta de respeito".

    Logo, os cineastas, muitas vezes, trataram de filmar a figura de Jesus de costas ou em efeitos de sombras (como vemos por exemplo em O MANTO SAGRADO e BEN-HUR com Charlton Heston), e nos EUA, quem primeiro quebrou este tabu foi Cecil B. DeMille, em 1927, com seu O REI DOS REIS, ainda na fase muda, introduzindo H.B. Warner, que foi quem deu a primeira face de Jesus no cinema americano.

    Mas sem dúvida, Hunter deixou sua marca como "O Filho de Deus". Saudações e obrigado!

    Paulo Néry

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  7. Desconhecia grande parte do conteudo deste post. De fato, Hunter nunca foi um Gary Cooper, mas sempre fazia satisfatoriamente seus filmes e pouco se tem a reclamar de seu limitado talento.
    No entanto, para minha surpresa, sua atuação em O Rei Dos Reis foi de um realismo que até mesmo ao próprio Hunter, surpreendeu. Não acredito que NINGUÉM fizesse melhor que ele aquele papel. Tanto que nunca mais assisti a qualquer filme sobre a vida de Cristo, pois O Rei Dos Reis ainda segue vivo e imbatível em minha concepção.
    Uma beleza este post. Muito bom mesmo.
    jurandir_lima@bol.com.br

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    1. De acordo com vc jurandir, Rei Dos Reis, foi o filme mais lindo sobre Jesus!

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  8. Obrigado Jurandir. E como sempre, seus magníficos comentários. Saudações!

    Paulo Néry

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  9. Saudades dos muitos filmes que pude assistir com o Jeffrey Hunter. Sua figura era impactante em qualquer papel que fazia e o que mais marcava eram os seus olhos azuis, certamente.
    JSDonega

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  10. Certamente, JS. Grato mesmo por sua participação.

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  11. Lembro de Jeffrey, Paulo. Principalmente nos filmes de John Ford e no clássico de Ray sobre Jesse James. Merecia um destino melhor. Parabéns pelo tributo.

    O Falcão Maltês

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  12. Verdade, Nahud. Hunter já havia trabalhado para Ray em "Quem foi Jesse James?", vivendo Frank James, o irmão mais velho de Jesse, e que foi interpretado por Robert Wagner.

    Esta obra também merecia uma edição melhor se não fosse a 20ª Century Fox cortar cenas importantes para Ray.

    Quanto a Jeffrey, realmente tinha tudo para ser um grande astro se pudesse ser bem agenciado. Obrigado pela participação.

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  13. Gilberto, já assisti vários filmes desse cara e nem tinha me tocado. Filmes de bang-bang como Ringo, coisas que não se vê mais.
    Abraço amigão!!!

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  14. Aurélio, boa noite, aqui é Paulo Néry, proprietário do espaço, tudo jóia?
    São filmes de fato que não se produz mais, mas sempre podemos rever quando são lançados em DVD
    Agradeço sua participação.

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  15. O Rei dos Reis!!! A interpretação no papel de Jesus foi lindíssima. Que pena a situação de "mando" da esposa.

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  16. Oi querida amiga, estava aguardando, enfim, um comentário feminino, rsrs. Mas vc colocou o importante fator do declínio de Jeffrey: ele se deixar levar pelos trâmites da mulher.

    Joan Bartlett além de "mandona", também foi uma mulher muito burra na minha concepção, visto que a televisão avançava de maneira considerada nos Estados Unidos, e a série Star Trek, que já tinha potêncial para o sucesso, colocaria mais em evidência a carreira do ator. Ou seja, em vez de ajudar, só o colocou mais na bancarrota. Mas também não posso deixar de pensar, embora eu o admire, que ele também deixou permitir que as coisas contribuíssem para este fim.

    Beijos Elisabete tenha um ótimo Domingo.

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  17. Sempre admirei Hunter... seu trabalho, sua beleza... mas realmente sabia pouquíssimo sobre ele. Voce deu aqui uma "aula" no que diz respeito à pesquisa precisa... e no "captar" nossa atencao... esqueci do meu soufflé no forno tao embevecido fiquei com o texto... Obrigado!

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  18. Eu que agradeço, nobre, e fico feliz com seu comentário.Saudações!

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  19. Olá, é a primeira vez que visito esse Blog, e já adicionei aos meus favoritos, estou seguindo. ótimos Textos, ótimo design, ótimas fotos e informações. Sempre fui fã de Hunter, e já conhecia um pouco sua obra por filmes como Rastros de Ódio,O Rei dos Reis e A Familia Do Genio,tenho até uma participação dele em uma programa da Warner de 1955 sobre o making off de Rastros de ódio, esse programa esta disponivel em um dos extras do relançamento do filme com dvd duplo de 2006, creio que vc deve ter. Eu não conhecia essa extensa lista de filmes dele, uma foto ele esta até de Indio, que filme seria esse? O Titulo a Rainha do Nilo também me interessou e eu nem imaginava que ele havia feito.

    Estarei sempre por aqui, e espero sua visita em meu blog, abraços

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  20. Saudações Jefferson.

    De fato eu tenho este programa que em verdade foi apresentado por outro ator de cinema, Gig Young onde este o entrevista. Hunter realizou diversos trabalhos, e o que vc vê aqui é só uma listagem parcial de sua filmografia.

    A FOTO DELE DE ÍNDIO é do filme A LEI DO BRAVO, de 1955, direção de Robert D. Weeb. Excelente western onde ele desempenha "Cão Pequeno", que se revela contra as tropas da Cavalaria Americana para não saírem de suas terras. Esta obra já foi lançada em DVD por aqui. Jeffrey faria novamente papel de pele vermelha em AS SETE CIDADES DO OURO, no mesmo ano e sob o mesmo diretor, um épico sobre a conquista do Ouro na Califórnia, também excelente, e estrelado por Anthony Quinn e Richard Egan.

    O título correto é A PRINCESA DO NILO, é uma aventura oriental, cuja a heroína é a Debra Paget. A RAINHA DO NILO é outro filme, estrelado por Rhonda Fleming no papel de Cleópatra.

    Agradeço de imenso seus comentários e visitarei seu espaço com certeza. Boa Semana.

    Paulo Néry

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  21. Grande Paulo, Muito Obrigado por sua ajuda, já vou procurar esses faroestes do Hunter pelos sites pois gosto muito do trabalho desse ator, e mais ainda de faroestes, e mais ainda com Índios...kkkk. Te agradeço por sua visita em meu blog e por suas palavras, fico muito feliz de receber seus elogios quanto ao meu simples blog.
    Valeu mesmo, a gente vai se falando, abraços

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  22. Nossa ,que maravilha rever Jeffrey Hunter.Parabéns pelas tuas excelentes postagens.Grande abraço e desejo-te uma ótima semana.

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  23. Saudações Suzane, quanto tempo. maravilha rever sua participação. Grande abraço e sucesso como sempre.

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  24. Gostei muito de saber sobre a ascenção desse ator um dos mais belos que eu ja vi no cinema e que foi muito pouco aproveitado.

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  25. Prezado amigo, impressionante a riqueza de detalhes de sua matéria sobre Jeffrey Hunter, um ator pouco conhecido das novas gerações. Lembro-me bem de alguns de seus filmes, em especial de Quem foi Jesse James, À borda do morte, Armas para um Covarde, A um passo da eternidade e Três encontros com o destino, além, é claro, de O Rei dos Reis. Muito bom que você tenha se disposto a mostrar de forma muito honesta quem foi realmente Jeffrey Hunter. Poderia ter tido um futuro brilhante no cinema, mas infelizmente acabou trilhando um caminho que não deveria ter sido o seu. Tenho tentado entrar normalmente nos comentários, mas só consigo como anônimo, não sei porque. Mas agradeço a oportunidade. Parabéns pela matéria, mais uma vez, aliás, suas matérias são todas de muito bom nível.
    Abraços, Afonso - Brasília.

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  26. Saudações Afonso. Realmente Jeffrey tinha tudo para ser um astro de cinema reconhecido. O nome certo do filme é DO INFERNO PARA ETERNIDADE, dirigido por Phil Karlson, em 1960. Hunter esta muito bem como Guy Gabaldon, Herói americano da II Guerra. A UM PASSO DA ETERNIDADE é outro filme, clássico dirigido por Fred Zinnemann, com Burt Lancaster & Montgomery Clift.

    Agradeço sua participação, são pessoas como vc que mantém este blog ainda mais enriquecedor. Forte Abraço

    Paulo Nery

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  27. PAULO, UM EXCELENTE TRIBUTO AO GALÃ JEFFREY HUNTER, QUE ESTEVE AQUI EM SÃO PAULO,NO FESTIVAL DE CINEMA DO BRASIL, NO ANO DO IV CENTENÁRIO DA CIDADE, JUNTAMENTE COM SUA ENTÃO MULHER A BELA BARBARA RUSH.
    À BORDA DA MORTE,CITADO POR VOCÊ, É UM GRANDE WESTERN, ONDE AVULTA A GRANDE INTERPRETAÇÃO DO EXCELENTE ROBERT RYAN!
    VOCÊ ESQUECEU DE CITAR O NOME DA BELA DIANNE FOSTER NA FOTO DO ÚLTIMO HURRAH!
    OS BRAVOS NÃO SE RENDEM TAMBÉM É UM TÍTULO DE UM WESTERN DA REPUBLIC COM A MULHER DO DONO ESTÚDIO E A BELA JOAN LESLIE. POR FALAR NA JOAN LESLIE ACABO DE RECEBER DELA DUAS FOTOS AUTOGRAFADAS. UMA DEDICADA AO CINECLUBE DOS AMIGOS DO WESTERN E UMA DEDICADA PARA MIM...
    MAIS UMA VEZ PARABENS PELO TRIBUTO PRESTADO AO GALÃ JEFFREY HUNTER, QUE MORREU CEDO DEMAIS...
    PS-ARMA PARA UM COVARDE SAIU, COM UM S A MAIS(ARMAS)

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    1. Prezado amigo Edivaldo, pena que só vim a saber da visita de Jeff em São Paulo há poucas horas, se não já estaria mencionando no presente artigo, escrito em novembro do ano passado, em passagem pelo natalício do ator.

      Considero A BORDA DA MORTE um dos 20 melhores westerns de todos os tempos. Robert Ryan era um sensacional ator e deu a Cass Silver, o xerife, uma interpretação soberba, num ótimo enredo.

      Joan Leslie, a mocinha de SARGENTO YORK com Gary Cooper, ainda é viva, e parabéns tanto para vc quanto para o CAW por receberem fotos autografadas desta atriz que é uma verdadeira lenda viva do cinema.

      ARMAS PARA UM COVARDE - O título eu peguei conforme dado na TV, mas tudo bem. Dianne Foster já foi divulgada em outro artigo onde se menciona Hunter, em O ULTIMO HURRAH. Escrevi um artigo exclusivo sobre este filme.

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  28. PAULO, O TÍTULO CORRETO QUE FOI EXIBIDO NOS CINEMAS É ARMA PARA UM COVARDE!
    ABRAÇOS, EDDIE.

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    1. Valeu, Eddie! Sempre bom contar com colaboradores como você. Abraços, nobre!

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  29. Poooxxxaaaa, Paulo.Sabadão à noite, tendo já lido meus queridos livros umas trocentas vezes, venho para o note e clico em uns filmes antigos, lembro do Jeffrey, clico e acho o teu blog e volto a minha juventude. Bom, muito bom.A cena mais marcante de todos os flmes que assisti e a da camera subindo das sandálias de jesus até os lindos olhos azuis de Jeffrey. Bem... Amei seu blog. Parabéns e grata pelo benefício que trouxe a mim.
    Débora

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    1. Muito obrigado, Débora. Seja bem vinda e apareça sempre, seus comentários sempre serão importantes para mim. Um forte abraço do editor.

      Paulo Néry

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  30. Muito bacana o seu post,eu adoro filmes!
    Eu tenho um blog sobre livros,filmes,séries...
    No momento estamos com um sorteio de um livro que vc deve gostar "Como ver um Filme" da Ana Maria Bahiana.
    http://escutaessa.blogspot.com.br/2012/05/sorteio-livro-como-ver-um-filme.html
    Aparece por lá e se gostar me segue também ;)

    Estou seguindo o seu blog

    Beijos
    Renata
    http://escutaessa.blogspot.com.br
    http://www.facebook.com/BlogEscutaEssa
    @blogescutaessa

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  31. Inesquecível! Impossível não lembrar com muita saudade e Jeffrey de Rastros de Ódio e de O Rei dos Reis. A trágica morte nos privou de uma magnifico ator.

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  32. E quem poderia não se lembrar deste ator fantástico cuja carreira acompanhei quase toda, desde os westerns ao Rei dos Reis,um dos mais importantes filmes já feitos... Rocky Gadelha, Gramado RS

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  33. Lindo, maravilhoso, meu Eterno Jesus ...
    ㄥ◯√モ ㄥ◯√モㄥ◯√モ ㄥ◯√モ♥

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  34. Excelente ator um dos melhores dos anos 50-60, pena que a mulher o agenciou pessimamente mau , principalmente com relação à série Jornada nas Estrelas. Creio que dificilmente existiria o capitão Kirk, pois o capitão Pike iria se sobressair a ele. saudades de um grande astro

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